Muito estranha, muito confusa, mas muito bem concretizada!
Today is the day!
Domingo, 25 de Maio de 2008
Uma ideia
Segunda-feira, 19 de Maio de 2008
Só um apelo, pequenino.
Ouçam ali aquela música do lado, do grande senhor de nome Johnny Cash, e digam-me o que sentem.
A mim, arrepia-me. É sincera.
Terça-feira, 13 de Maio de 2008
A resposta ao desafio.
Ora bem, seguindo o desafio lançado a mim pela minha cara madrinha Martinha, aqui vão uns pares pergunta-resposta sinceros e porreiros :)
Porque é que tens um blog?
Bem, sempre gostei de escrever. Mais para mim do que para os outros. E sempre adorei ler, na minha família ainda hoje sou considerado o "bichinho" da leitura.
Aqui há tempos pegou a moda dos blogs. Nunca fui muito nessa moda. Criei um blog uma vez para escrever umas coisitas mas nunca mais lhe peguei. No entanto, sempre gostei de ler opiniões e pensar nos diferentes pontos de vista, mais até do que as dar.
Numa disciplina que tive neste curso, foi-nos pedido que mantivéssemos um blog informativo. Voltei a ganhar o gosto de escrever, e decidi criar um blog. Mas um blog à minha medida, que girasse à volta das coisas que gosto, que não gosto e que gosto assim-assim. E que me permita dizer que uma coisa é "brutal" ou "uma merda" quando eu quiser.
E aqui está o tretavisão. Porque são as minhas tretas, à vista de toda a gente :)
Porque segues o blog que lançou o desafio?
Ora, porque a minha madrinha escreve muito bem. E dá muitas opiniões. E é uma phopha. E é minha madrinha. E chega, não? :)
Passar este desafio a outros bloguistas; num número entre 7 e 9, dizendo porque os seguem…
Para além do já referido estrelas na parede, acho importante referir estes:
Aquele sítio porreiro, um blog de um grande amigo meu, em que ele sugere diversas bandas do seu gosto :)
Lavandula Stoechas, porque a violeta é outra fofa, e farta-se de nos mostrar coisas interessantes!
Poeta sem poesia, porque o nosso caro Moreira, para além de ser um porreiro, escreve como um Senhor, dá sugestões óptimas, apesar de ter um ou outro defeito, como o de ser de Cucujães =p
Rumble Pack, humor + videojogos = must have! Ah, e tem uns gif's do caraças :)
Os Amendoins do Ricky. Parvalheira, Fucking Stuffs, comentários pessoais, o blog do pessoal. Especial.
João Ramos. O meu afilhado é um bestial. Apesar de não escrever muito :P
In Touch, Nitrato do Caos e Na Praia. Três professores universitários, muito porreiros e sportinguistas inveterados. Se isto já não fosse o suficiente para gostar destes blogs, adiciona-se também sentido de humor e notícias sobre tecnologia. A receita serve-se, e muito bem :)
Este site parte tudo. Uma vénia para outro professor universitário, este benfiquista. O que vale é que o sentido de humor deste homem é de génio e compensa este grande defeito que é ser lampião. A sério, leiam :)
Rosa Carne. Emoções em forma de letras. Um livro.
Pontas Rebeldes. Beijinhos para a minha grande madrinha cheia de trabalho lá em Lisboa :)
E prontos. É isto :) E sim, martinha, sei que o desafio já foi há tempo, mas não queria deixar de responder :*
Quarta-feira, 7 de Maio de 2008
A paragem temporária
Já lá vai mais de um mês desde que escrevi pela última vez neste blog.
Não o abandonei, mas passei por alguns períodos complicados, tanto a nível de trabalho (a disciplina de Projecto na universidade é a modos que complicadita) como a nível pessoal ( a minha bisavó faleceu recentemente, e a semana do enterro também se interpôs).
Peço portanto desculpa aos leitores e a promessa de uma escrita mais regular daqui em diante, até porque tenho diversos posts planeados que serão escritos em breve.
Um abraço e obrigado pela paciência :P
E um beijinho especial para a minha bisavó Adelina. Avó, tenho saudades tuas :'(
Esta foi também uma das primeiras fotos que tirei, e estiveste presente. Como sempre.
Sábado, 22 de Março de 2008
Vê lá se tem cabo...

Pois é, finalmente convenci os meus pais a comprar um router wireless para aqui para casa. O menino, um asus WL-520GC , porta-se bem, com os 15 mbs que temos aqui em casa. Esses 15 são efectivamente 10, com ou sem router, e já experimentei estar na minha sala com 80% da rede a sacar efectivamente a 1000kbps.
Nada mau, portanto :)
E agora posso finalmente fazer uma coisa que sempre quis experimentar:
Se me começarem a chatear muito no msn, posso ir para o WC e cagar pra vocês
enquanto teclo!
MWAHAHAHA
(ou não, vá, vamos lá a parar.)
Segunda-feira, 17 de Março de 2008
Segunda-feira, 10 de Março de 2008
Rambo... John Rambo.

"When you're pushed, killing is as easy as breathing."
Sylvester "Sly" Stallone está de volta naquele que vai ficar para a história como um dos filmes mais violentos de sempre.
Fui ver este filme na passada quinta-feira à noite no Glicínias, acompanhado de 3 amigos. Disseram-me que começava às 00h20, por isso estava na bilheteira às 00h15. Olho para o placard informativo e vejo o início da sessão às 00h05. Pânico! Vá, pronto, pânico não. Nervosismo, queria aproveitar o filme, já estava à espera dele há algum tempo. Mas pronto, lembrei-me que ainda tinham de passar os anúncios, e acalmei um pouco.
Quando vou para comprar o bilhete, está um casal à minha frente com um ticket qualquer da CARAS ou NOVA GENTE ou uma dessas revistas cor-de-rosa. Parece que foi de propósito, só pra lixar um gajo: mais 10 minutos de espera para o homem da bilheteira ligar ao supervisor, ele vir, ligarem para o "boss" ou lá quem raio manda naquilo, e dar a autorização.
Já só pensava que não ia ver metade do filme, quando finalmente chega a minha vez, no fim daqueles 10 minutos que mais pareceram 30. Peço um bilhete para o Rambo, pergunto se posso pagar com Multibanco, ao que me respondem que não (!). Ok, pronto, pensei que já tinha pago com MB lá antes, mas não há problema. Peço ao homem para me tirar um bilhete depressinha, enquanto eu vou a correr ao MB mais próximo levantar dinheiro para pagar. Cheguei, ainda não o tinha tirado. Pronto, penso eu, ele não sabia se eu ia mesmo querer o bilhete ou não. Ele dá-me o bilhete, o troco, começo a ir para a sala ele volta a chamar-me. "Eh, amigo, quer intervalo? Os outros não quiseram". Ora, porra. Não, obrigado, corro para a sala de cinema. 30 minutos depois do filme começar, acho eu. Ah, afinal só passaram 15 desde o início do filme propriamente dito.
Benditos anúncios.
Isto tudo só para dizer que não vi o início do filme. Ou melhor, vi em casa, depois de ver o resto do filme no cinema.
Mas pronto, carreguem ali onde diz "Ler Todo o Post" para nos deixarmos de histórias e passarmos ao filme em si. SEM SPOILERS.
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Bem, antes de começar a falar do filme propriamente dito, deixem-me só dizer que sou "fã" do Rambo. "Fã" (assim, entre aspas) porque, tal como gosto de filmes mais profundos, que exigem muito do espectador, também gosto de ver um "no-brainer" de vez em quando, só para descontrair.
E foi com esse espírito que fui para o cinema. E não saí decepcionado.
Primeiro ponto: "John Rambo" não é definitivamente para pessoas facilmente impressionáveis. Existem MUITAS mortes, e mortes MUITO violentas. Exemplos incluem pessoas comidas por porcos, mutilação, rebentamento de minas, decapitação de diversos estilos, violações, etc.
Para aqueles que aguentam (ou até, numa vertente mais "sádica", gostam), acreditem que vão assistir a um espectáculo visual de bom nível. Quase todas estas sequências estão muito bem feitas, fazem-nos crer que o que estamos a ver realmente aconteceu; e as que não estão muito bem feitas, são raras e estão razoáveis.
Passando para o argumento propriamente dito. Quem conhece a saga Rambo sabe que não pode esperar uma história brilhante. Rambo 1 ainda foi o melhor neste tópico, visto que estava bastante bem escrito, com uma história consistente, não tanto virada para a acção, mas mais para o personagem em si. Já Rambo 2 & 3 perderam o pouco argumento que ainda existia e focaram-se na acção da personagem em si, acabando por construir a "lenda" que Rambo é hoje.
Falando de "John Rambo", ou "Rambo 4", a história é practicamente inexistente. O nosso caro John está a viver na Tailândia os anos finais da sua vida, quando é interpelado pelos elementos de uma missão humanitária que lhe imploram que os leve até à Birmânia. Birmânia essa que é uma zona de guerra constante. Tanto no filme, como na realidade (Stallone conversou com vários "consultores" para tentar que o filme reflectisse de facto o que realmente acontece). Conclusão: voluntários mortos/capturados, John Rambo "chamado" à acção. Faz-me lembrar o Rambo 3, que era... hmm... pronto, vá, muito semelhante.
Passando aos actores, as referências óbvias têm de ser ao Sr. Stallone. O homem tem 62 anos, e faz cenas de acção que, muito provavelmente, metade de nós não conseguiríamos. Basta olhar para a massa corporal dele para ficar em sentido. E, claro, o papel também está adequado a ele: poucas palavras, um ar sempre sério, muita acção. E consegue fazer-nos acreditar convincentemente que ainda é "O" John Rambo. Destaque também para Julie Benz (quem vê Dexter conhece bem esta actriz), que no tempo que tem de ecrã porta-se bastante bem.
Em termos sonoros basta dizer que está muito bem construído, absorvendo-nos completamente no "mundo" que cria.
Em suma, é um filme de acção bem feito, uma conclusão bem feita para uma personagem mítica. Para mim, acho que a melhor maneira de ver este filme é acompanhá-lo com umas cervejas, uns amendoins, uns bons amigos para se discutir e comentar os "EISH, viste aquela morte? BRUTAL!". Não é um filme para ser levado muito a sério, apesar de conter uma crítica subtil ao que se passa na Birmânia.
Deve subir também uns pontitos na vossa consideração se forem fãs da personagem e dos filmes anteriores, porque mantém a evolução da personagem e a sua personalidade tal como a conhecemos.
Um fim adequado para esta saga. E, Rambo,
"Live for Nothing... Or die for something!"
